Conheça a Memory Clinic

A população idosa no mundo aumenta a passos largos. No Brasil, o cenário é semelhante: 6,78% da população brasileira possui mais de 65 anos, e a expectativa é que esse número dobre até 2030, alcançando o patamar de 13.44%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A cidade com a maior concentração de idosos no Brasil é o Rio de Janeiro, onde as pessoas acima dos 65 anos correspondem a mais de 10% dos habitantes. Por outro lado, as faixas etárias de crianças, adolescentes e adultos jovens encolheram sensivelmente nos últimos anos, e devem diminuir ainda mais nos próximos anos.

 Com o aumento da população idosa, cresce também a necessidade de cuidado em saúde mental, principalmente relacionado à memória.

 Uma das principais queixas de pacientes idosos está relacionada ao comprometimento da memória. Queixas de memória são relativamente comuns durante o envelhecimento. Pesquisas científicas apontam que metade das pessoas acima de 65 anos percebem algum problema relacionado à sua memória. Familiares e médicos também possuem papel fundamental para detectarem os primeiros sinais de que a memória do paciente pode estar comprometida. Esses sinais podem estar presentes em indivíduos normais – que não possuem qualquer doença neurológica ou psiquiátrica – e também naqueles que já possuem histórico de doenças. Isso ocorre porque a queixa da memória pode ser apenas um sintoma de outros transtornos mentais, como quadros de ansiedade ou depressão, ou podem representar um processo de envelhecimento patológico.

 Diante do novo cenário que gradativamente se forma no Brasil e no mundo, o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) passa a oferecer um serviço de excelência na avaliação de queixas de memória em pacientes idosos, chamado Memory Clinic. A equipe multidisciplinar da Memory Clinic é composta por psiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos e médicos radiologistas, o que permite avaliação completa e precisa do paciente.

 A distinção entre o envelhecimento normal e o patológico pode ser complexa. Por isso, na Memory Clinic os pacientes são submetidos à investigação das queixas de memória por meio de exames variados, que são realizados utilizando ferramentas de última geração: exames clínicos, neuropsicológicos (testes medem o desempenho da memória), de neuroimagem e laboratoriais (sangue).

 “A equipe da Memory Clinic é de alta qualidade pois tem histórico de participação em pesquisas na área de envelhecimento. A expertise desses profissionais e a contribuição deles para a discussão dos casos clínicos é muito importante para um diagnóstico preciso”, afirma Dr. Paulo Mattos, Diretor Clínico da Memory Clinic.

 A Memory Clinic realiza exame quantitativo detalhado da memória (neuropsicológico) em seus pacientes, o que permite estimar se há de fato o comprometimento e se ele ocorre isoladamente ou na presença de outros fatores. Também são investigadas alterações específicas no exame de neuroimagem utilizando a Ressonância Magnética, aparelho de alta resolução utilizado para investigações muito precisas. Ainda, são realizados também exame de sangue para investigar determinados componentes na circulação dos pacientes.

 “Além dos nossos profissionais, os equipamentos, tecnologias e ferramentas de última geração utilizados em todas as etapas do processo de investigação são diferenciais, e fazem com o que o serviço da Memory Clinic seja único”, finaliza Dr. Paulo.

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