IDOR celebra formandos das turmas de residência e especialização

Este ano, mais de 30 jovens médicos receberam seus certificados de conclusão, nas diferentes especialidades oferecidas nos hospitais da Rede D’Or São Luiz.

No último dia 27 de fevereiro, aconteceu no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), no Rio de Janeiro, a cerimônia de formatura dos programas de residência médica em radiologia, medicina intensiva, hematologia e hemoterapia, clínica médica, pediatria e cardiologia, além do programa de especialização em medicina intensiva. Os cursos, desenvolvidos nas unidades de saúde da Rede D’Or São Luiz, formaram 34 médicos, que fizeram a formação prática nos hospitais Quinta D'Or, Barra D'Or, Copa D'Or, Rios D'Or, Norte D’Or e Caxias D’Or.

O evento reuniu formandos, preceptores e lideranças do IDOR, como o diretor de ensino, Sergio Augusto Cabral; o diretor de pesquisa e desenvolvimento, Luiz Eugênio Mello, o pesquisador Arnaldo Prata e a coordenadora do programa de residência médica, Alessandra Thompson. A cerimônia foi aberta pela presidente do IDOR, Fernanda Tovar-Moll, que afirmou: “Este é um programa extremamente importante para a integração dos hospitais e do IDOR”.

O ingresso em um curso de residência é item praticamente obrigatório para todos os médicos recém-formados. Nesse contexto, é muito comum a incerteza da escolha entre hospitais da rede pública e da rede privada. Em entrevista ao portal do Instituto D’Or, André Alayão Garrido, que realizou seu segundo ano de residência em clínica médica no Hospital Rios D’Or, falou sobre sua experiência.

Como eram as suas expectativas antes de iniciar no programa?

Clínica médica é um mundo amplo. Minha expectativa era poder rodar e conhecer o maior número possível de especialidades, para amadurecer a minha ideia de seguir na cardiologia. Ter acesso à tecnologia e à estrutura hospitalar para fazer a investigação das doenças foi fundamental para minha escolha. Além disso, um convênio com hospitais públicos permitiu que eu rodasse em ambulatórios de doenças específicas, e isso foi muito legal. No Hospital Universitário da UFRJ, tive a experiencia de trabalhar no ambulatório de doença inflamatória intestinal e no de cardiopatias.

Como você acha que o programa lhe ajudou a chegar mais próximo dos seus objetivos profissionais?

Com a ajuda dos meus preceptores, tive a certeza de que gosto bastante de clínica médica, e que a cardiologia é a especialidade que eu quero seguir.

O que você falaria para seus colegas sobre ter realizado residência médica do IDOR?

Meus amigos perguntam isso o tempo inteiro. Recomendo e faria novamente na Rede D’Or, e não em outro hospital. Alguns pensam que, por se tratar de hospitais privados, não teremos muito acesso aos pacientes – o que não é verdade. Tive a opção de fazer residência em instituições públicas, mas escolhi o IDOR para poder voltar minha cabeça para aprender, sem me preocupar com os problemas que sabemos que instituições públicas infelizmente enfrentam.