Um ano após publicação, estudo sobre Zika segue líder

Durante o surto do Zika, que alcançou seu ápice em 2015 no Brasil, diversos pesquisadores brasileiros e estrangeiros uniram esforços para entender melhor a doença e propor alternativas para seu combate e tratamento. Dentre eles, pesquisadores do IDOR, em parceria com instituições nacionais e internacionais deram importantes passos para o melhor diagnóstico e prevenção, desvendando suas manifestações clínicas, seus mecanismos celulares e moleculares, além de apontar novas abordagens terapêuticas.

Em particular, o estudo liderado pela Vice-Presidente do IDOR e pesquisadora, Dra. Fernanda Tovar-Moll, caracterizou o amplo espectro de alterações cerebrais causados pela infecção congênita pelo Zika. De enorme importância, a pesquisa foi capa da renomada revista científica Radiology, em outubro de 2016.

Um ano após sua publicação, o estudo continua liderando o ranking de impacto, segundo o Altmetric, plataforma que mede o impacto de publicações científicas. De acordo com o levantamento, o estudo foi abordado por mais de 160 veículos de notícia, como CNN, The Guardian, The Boston Globe e capa do The New York Times.

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