Medicina Intensiva

Nosso interesse de pesquisa está focado na caracterização e regulação de respostas imunes a infecções graves. Nos últimos anos foram realizados estudos caracterizando novos biomarcadores, com um papel-chave fisiopatológico, prognóstico e de resposta à terapêutica em infecções graves. Além disso, estamos interessados nos mecanismos fisiopatológicos da interação da inflamação e do metabolismo como determinantes de disfunções orgânicas. Estudos na sepse, dengue, pneumonia são parte da área de interesse desta coordenação.

Outra importante linha de pesquisa envolve o desenvolvimento de novas tecnologias ventilatórias e estratégias para pacientes com lesão pulmonar aguda e SDRA, esta obra é em colaboração com grupos do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (Laboratório de Fisiologia da Respiração) e do Programa de Engenharia Biomédica (Laboratório de Engenharia Pulmonar), COPPE, UFRJ.

Além disso, a equipe de investigação veio a promover e participar de estudo multicêntrico. Estudos em terapia intensiva, além de servir como centros de coordenação em vários estudos multicêntricos internacionais. Hospital Sírio-Libanês (SP), Universidade do Extremo Sul - Catarinense (UNESC), Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e Fundação Oswaldo Cruz (RJ).


Conheça nossas linhas de pesquisa e nossos projetos em Medicina Intensiva:

Sepse: Mecânismos e fatores prognósticos

Avaliar biomarcadores e fatores clínicos relacionados ao prognóstico da sepse.

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Estudo multicêntrico sobre a avaliação do prognóstico de pacientes com câncer internados em unidades de terapia intensiva

Os pacientes com câncer freqüentemente necessitam de internação na UTI. Entretanto, o seu prognóstico é geralmente considerado ruim a priori, tornando a internação na UTI controversa. Este conceito, especialmente no contexto da racionalização da utilização de recursos, tem sido responsável pela recusa dos pacientes nas UTI, especialmente em hospitais não especializados. Por outro lado, com os recursos terapêuticos e tecnológicos disponíveis, torna-se possível o prolongamento da vida de pacientes sem possibilidades de recuperação, com sofrimento e frustração indesejáveis ao paciente, seus familiares e equipe de saúde. O conhecimento da epidemiologia e das características associadas com o prognóstico destes pacientes é fundamental para as políticas de saúde e pode ajudar os profissionais de saúde em discussões sobre os pacientes e no aconselhamento destes e de seus familiares. Entretanto, informações sobre a epidemiologia e o prognóstico destes pacientes são provenientes quase que exclusivamente de estudos realizados em um único centro. A realização de um estudo multicêntrico nacional é extremamente necessária e oportuna.

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Trombose em pacientes críticos com câncer: Epidemiologia, Mecanismos Fisiopatológicos e Prognóstico.

O presente estudo tem como objetivo investigar a prevalência de fatores pró trombóticos na população de pacientes críticos com câncer e avaliar aspectos fisiopatológicos, seu impacto no desenvolvimento de disfunções orgânicas e mortalidade destes pacientes.

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